quarta-feira, 7 de maio de 2014

Coisa de mulher (#0102)

Entenda os testes feitos com o recém-nascido, como o do pezinho
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Luciana Mattiussi
 
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  • Os testes detectam distúrbios que podem prejudicar o desenvolvimento da criança Os testes detectam distúrbios que podem prejudicar o desenvolvimento da criança
A futura mãe quando chega à maternidade não pensa em outra coisa senão dar à luz uma criança perfeitamente saudável. Depois que o bebê nasce, a preocupação aumenta. Por isso, ela não deve abrir mão das triagens neonatais. Os testes realizados em recém-nascidos são de extrema importância para detectar possíveis distúrbios que, mais tarde, podem prejudicar o desenvolvimento da criança. Saiba quais exames podem ser realizados ainda na maternidade e, dentre eles, quais são obrigatórios por lei.

Teste do pezinho

Obrigatório por lei desde 1991 –e por isso realizado de forma gratuita no SUS (Sistema Único de Saúde) –, ele consiste na retirada de algumas gotas de sangue do calcanhar do bebê para que sejam analisadas em laboratório. Por meio dele, é possível detectar doenças metabólicas, hereditárias e infecciosas, que não se manifestam clinicamente no nascimento.
"Quando não se faz o exame, podemos deixar de realizar diagnósticos de patologias que podem levar a consequências graves,  entre elas a deficiência intelectual", afirma Oscar Marsuoka, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
Segundo o especialista, o teste deve ser feito "após 48 horas de vida e com a certeza de que a criança tenha realizado boa ingestão de leite materno". "Isso é importante para que o resultado possa ser interpretado com segurança", diz Marsuoka.
A versão obrigatória do teste do pezinho, realizada pelo SUS (Sistema Único de Saúde), diagnostica as seguintes doenças: hipotiroidísmo congênito, fenilcetonúria, anemia falciforme e fibrose cística. Nos hospitais privados, é possível fazer a ampliada, que abrange 46 doenças.

Teste da orelhinha

Também conhecido como Triagem Auditiva Neonatal, é realizado com um fone de ouvido, que emite sons de fraca intensidade, acoplado a um computador, que produz um gráfico com as respostas do bebê. Ao analisar esse gráfico, o médico descobre se o recém-nascido apresenta problemas como surdez e otite. Por lei federal, tornou-se obrigatório em 2010.
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Enrolar o bebê ajuda a acalmá-lo; veja dicas para cuidar do recém-nascido10 fotos

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Um bebê recém-nascido demanda muitos cuidados dos pais, o que pode assustar, principalmente, os de primeira viagem. A seguir, confira dez dicas dadas por especialistas para passar numa boa pelos primeiros dias de vida da criança | Fontes: Janie Paula, doula de parto e pós-parto e autora do projeto Buxixo de Mãe (www.buxixodemaes.com.br); Karina Fernandes Trevisan, enfermeira-obstetra e parteira e sócia-proprietária do Commadre, espaço de apoio à gestação, parto, amamentação e pós-parto, em São Paulo, e Raquel Quiles, pediatra em São Paulo | Por Maria Laura Albuquerque - Do UOL - em São Paulo Jeff Camargo/Arte UOL
O teste deve ser feito até os seis meses de vida da criança, no máximo.
"Sua realização é muito importante, pois estudos indicam que um bebê que tenha um diagnóstico de deficiência feito precocemente pode, com o tratamento adequado, desenvolver a linguagem de forma muito próxima a de uma criança ouvinte", afirma a pediatra Ana Gabriela dos Santos, da Santa Casa de São Paulo e da Clínica Vivid, também na capital paulista.

Teste do olhinho

Ainda não existe uma lei que determine a realização dele em todo o território nacional –apenas em algumas cidades e estados como São Paulo–, mas não é por isso que o exame do olhinho é menos importante do que outras triagens neonatais.
"O teste do olhinho é um exame que deve ser realizado rotineiramente em bebês no começo de vida e que pode detectar e prevenir diversas patologias oculares (como glaucoma congênito e catarata), assim como o agravamento dessas alterações, como uma cegueira irreversível", declara o oftalmologista Renato Neves, formado pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e com pós-doutorado pela Harvard Medical School, nos Estados Unidos.
O teste consiste na identificação de um reflexo vermelho, que aparece quando um feixe de luz ilumina o olho do bebê. O fenômeno é semelhante ao observado nas fotografias. Para que esse reflexo possa ser visto, é necessário que o eixo óptico esteja livre, sem nenhum obstáculo à entrada e à saída de luz pela pupila, o que significa que a visão da criança é normal.
"Trata-se de um exame indolor. Ele pode ser realizado em qualquer momento após o nascimento, mas até antes da alta hospitalar", diz Matsuoka, do Einstein.

Teste da linguinha

Um projeto de lei que exige a realização do teste da linguinha por profissionais de saúde em todas as maternidades do país já passou na Câmara e está no Senado.
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Aproveite o sono do bebê para captar em fotos suas expressões mais fofas16 fotos

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Em seus primeiros 28 dias de vida, o bebê dorme a maior parte do tempo. A fase é ideal para conseguir boas fotos da criança. Nessas sonecas, não faltam sorrisos, bocejos e expressões fofas. A seguir, registros feitos por duas fotógrafas especializadas em recém-nascidos | Do UOL, em São Paulo Wanezza Soares/Feito Criança/Divulgação
O exame tem como objetivo detectar uma alteração na membrana que conecta a língua, o frênulo, ao assoalho da boca. Quando a língua presa é diagnosticada, um corte simples da membrana resolve o problema. O projeto de lei para tornar o teste da linguinha obrigatório não prevê a exigência de realização desse corte, mas o procedimento já é feito no SUS.
Segundo a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, o teste é relevante porque é comum o atendimento de crianças mais velhas com problemas de fala por falta de diagnóstico quando eram bebês. Ainda de acordo com a entidade, a língua presa pode dificultar a amamentação.
"A mãe acaba achando que seu leite é fraco e começa a complementar com outro leite, o que leva ao desmame precoce. Posteriormente, as limitações dos movimentos da língua  podem alterar a fala, comprometendo o desenvolvimento social e profissional dos portadores de língua presa", diz a fonoaudióloga Roberta Martinelli, criadora do exame.
A técnica desenvolvida por Roberta consiste em examinar com os dedos o movimento da língua e a posição do frênulo. Em seguida, observa-se e grava-se a criança sendo amamentada, para análise de detalhes.
A exigência do teste da linguinha enfrenta oposição da Sociedade de Pediatria de São Paulo, que considera desnecessária a avaliação, pois, segundo a entidade, ela já é feita rotineiramente por pediatras nas maternidades.

Teste do coraçãozinho

Segundo balanço do Ministério da Saúde, a cada mil recém-nascidos, aproximadamente, dois apresentam problemas cardíacos, que seriam facilmente diagnosticados pelo teste do coraçãozinho ou oximetria de pulso.
Mesmo assim, ele é obrigatório apenas em alguns estados, como Mato Grosso do Sul, que é pioneiro na exigência da avaliação.
Durante o exame, um sensor é aplicado na pele do bebê para aferir a oxigenação dos membros superiores e inferiores.
"Se registramos uma medida de oximetria menor do que 95% em qualquer membro ou uma diferença de três pontos percentuais entre os membros superiores e os inferiores devemos suspeitar de uma cardiopatia crítica", afirma Gustavo Foronda, cardiologista infantil do Einstein. O bebê deve passar pelo teste entre 24h e 48h após seu nascimento.
De acordo com a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), de 30% a 40% das crianças que têm problemas cardíacos graves recebem alta das maternidades sem diagnóstico.

Coisa de mulher (#0101)

Peso e fim do aleitamento são requisitos para plástica após parto
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  • No pós-parto,o organismo apresenta maior risco de trombose e de embolia, potencializados por qualquer cirurgia No pós-parto,o organismo apresenta maior risco de trombose e de embolia, potencializados por qualquer cirurgia
Para muita gente, o segredo de mulheres ricas e famosas que saem em boa forma da maternidade, poucos dias depois do parto, tem nome e sobrenome: cirurgia plástica. Porém, especialistas na área são categóricos ao afirmar que não é bem assim.
Primeiramente, eles chamam atenção para o corpo dessas mulheres antes da gestação –saudável, no peso ideal, sem flacidez e gorduras localizadas– e também durante os nove meses –com peso sob controle e pele bem hidratada.
"As gestantes que engordam entre oito e 12 quilos, por exemplo, já perdem muitos deles no parto. Cerca de três são do bebê, outros tantos são culpa do inchaço, que some nas primeiras semanas do pós-parto. Acabam restando um ou dois para eliminar", afirma Ernesto Novoa, especialista em cirurgia plástica pela SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) e membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica. Em segundo lugar, os médicos destacam o histórico genético privilegiado de algumas mulheres, o que favorece que tudo volte para o lugar naturalmente.
Segundo os especialistas ouvidos pelo UOL Gravidez e Filhos, depois que o bebê nasce, o organismo feminino, inclusive por conta da amamentação, não se encontra em um estado de normalidade.
"Não tenho como saber se a paciente vai, realmente, manter aquele sobrepeso que a incomoda ou se vai perdê-lo rápido, quais são as medidas reais dela, se os seios vão aumentar ou diminuir depois da amamentação etc", diz Charles Yamaguchi, cirurgião plástico membro da SBCP e da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia.
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Veja seleção de produtos para tratar a pele durante a gestação14 fotos

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Creme corporal à base de aminoácidos e proteínas do leite. R$ 60,90, da Payot (www.payot.com.br). Preço pesquisado em abril de 2014 e sujeito a alteração Leia mais Divulgação
Faltam dados reais para que o médico possa planejar as intervenções e assim atender aos desejos da mulher de se livrar da barriga que está com pele acumulada ou dos seios flácidos.
"Durante a amamentação, as mamas estão com as glândulas hipertrofiadas pela prolactina (hormônio que estimula a produção de leite), não há como saber como ficarão depois. No caso de áreas com excesso de pele, é importante compreender que, no pós-parto, o organismo comanda um processo de retração. Se interferimos com uma cirurgia, esse processo continua depois, prejudicando o resultado", fala Novoa.
Ele ainda chama atenção para o fato de os procedimentos plásticos incapacitarem as mães de darem a atenção que os bebês necessitam nos primeiros meses de vida. O corpo feminino trabalha depois do nascimento para manter a vida e nutrir a criança. Quando sofre algum tipo de intervenção estética, ele interpreta como se fosse um desvio. "Dependendo da cirurgia, a mulher não pode fazer esforços com os braços, como ela vai segurar o bebê?", questiona ele.
De acordo com Eduardo Motta, ginecologista, mastologista, obstetra e um dos responsáveis pelo Departamento de Formação Continuada da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), no pós-parto,o organismo apresenta maior risco de trombose e de embolia, potencializados por qualquer cirurgia.

Quando, então, a mulher pode buscar um cirurgião plástico para avaliar se é o caso de optar por uma abdominoplastia ou pelo implante de silicone nas mamas? O indicado pelos especialistas entrevistados é quando já tiver ocorrido a recuperação do peso ideal (ou então quando ele se torne estável).
No caso de cirurgia nas mamas, para aumentar ou diminuir o tamanho, é preciso esperar um semestre depois da amamentação. Esse tempo é necessário porque, de acordo com Yamaguchi, no período citado, o leite continua a ser produzido e estocado. Como ele é considerado um material contaminado, pode ocasionar infecções com mais frequência.
Além disso, por causa da gravidez, os seios sofrem modificações no que diz respeito ao tamanho e ao tipo de tecido que os compõem. Motta destaca que médico e paciente também devem levar em conta o retorno normal da menstruação.

Se o tempo de espera recomendado não é obedecido, os resultados cirúrgicos tendem a não agradar. "Quando a mulher é submetida à lipoaspiração, por exemplo, um ou dois meses depois do parto, ela é operada em uma fase de transição, em que o corpo ainda retém muito líquido", diz Novoa. O resultado, já no pós-operatório, pode não corresponder às ações do médico.
Segundo Motta, embora existam diversos tipos de lipo, os riscos são os mesmos. "O prefixo mini não diminui os perigos, não faz com que a cirurgia possa ser interpretada como algo sem risco para a mãe."

Coisa de mulher (#0100)

Peeling superficial, médio ou profundo? Veja qual é adequado para cada pele

 
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  • Peelings podem ser superficiais, médios ou profundos. Como a escala sugere, eles agem em diferentes camadas da pele Peelings podem ser superficiais, médios ou profundos. Como a escala sugere, eles agem em diferentes camadas da pele
Imagine um tratamento versátil que pode resolver desde problemas simples, como linhas finas e pele cansada, até sintomas difíceis de tratar, como rugas profundas, marcas de acne, manchas e flacidez? Este coringa é o peeling; palavra que vem do inglês e, em português, significa descascar. Feito com esfoliações mecânicas ou aplicação de substâncias químicas no rosto, suas diversas variações prometem restaurar a pele da região.
"A pele fica renovada quando as células velhas dão lugar a novas. Além de clarear manchas, fechar os poros e promover uma limpeza profunda, o peeling deixa a cor e o aspecto melhores e é possível sentir a diferença já na primeira vez que se lava o rosto [ao retirar o produto]", afirma a dermatologista Patricia Rittes, de São Paulo.
Justamente por deixar a cútis fina e sensível, a melhor época para fazer o procedimento é no outono e no inverno, como explica a dermatologista Silvia de Mello, do Núcleo de Saúde e Beleza da Clínica Ivo Pitanguy, do Rio de Janeiro: "Com o sol mais ameno, o risco proveniente da descamação é menor. Mas, mesmo assim, fica proibido se expor para evitar manchas e pele queimada". "A falta de proteção solar pode levar à hiperpigmentação pós-inflamatória, que é muito difícil de tratar, assim como as manchas, por isso todo cuidado é pouco", completa Patricia.
Muitas possibilidades
Os peelings podem ser superficiais, médios ou profundos. Como a escala sugere, eles agem em diferentes camadas da pele. "A diferença é a substância aplicada, quantas camadas serão trabalhadas e a associação que se faz com os ativos", afirma Silvia. A indicação de um ou outro tipo de peeling vai depender de uma criteriosa análise médica e do sintoma a ser tratado. "O princípio de todos os peelings é o mesmo: há uma destruição programada de partes da epiderme e/ou derme, seguida da regeneração dos tecidos. Ao ser agredida, a pele busca se defender produzindo colágeno e esse mecanismo trata o sintoma em questão", explica Silvia.
Ainda é possível potencializar essa base de tratamento. "Quando a paciente tem manchas e rugas, por exemplo, é usado um ativo para a mancha e outro para a ruga. Se o pigmento está na superfície, ele sai com um peeling superficial. Mas, se estiver na camada média, é indicado um peeling médio", conta Patricia Rittes. Em tempo: a combinação de peelings e laseres, no mesmo procedimento, é tiro e queda, segundo Patricia. "Pode-se usar o laser para rugas profundas e flacidez, e o peeling em regiões menos marcadas, como linhas finas e manchas. A associação é eficaz, com uma cicatrização fácil e rápida." Abaixo, conheça diferentes tipos de peeling:
Superficiais
É um tratamento leve e sua vantagem é a recuperação da pele, que não fica tão vermelha e sofre descamação suave por, no máximo, dois dias. É indicado para peles oleosas, com acne, com manchas claras ou poros dilatados, deixando-as uniformes e luminosas. O tratamento pode ser repetido a cada 20 dias. Outro bom exemplo de peeling superficial é o físico, de cristal e diamante, aplicado com as mãos de feito com microcristais de hidróxido de alumínio e diamante uma ponteira diamantada que, respectivamente, lixa a pele e esfolia.
Médios
Os peelings médios são um pouco mais agressivos, pois atingem camadas mais profundas que os superficiais. Dependendo da tolerância à dor, alguns pacientes podem necessitar de anestesia. Geralmente, cicatrizam depois de quatro dias, mas a derme tende a ficar vermelha e com cascas grossas, de tom amarronzado. É preciso, no mínimo, um mês para voltar ao seu estado natural. É indicado para quem tem manchas superficiais, médias ou profundas e sardas. Melhora a textura e o viço da pele, fecha os poros e ameniza rugas finas.
Após o tratamento, é necessário ficar em casa até terminar a descamação, o que pode demorar até sete dias. Nas semanas seguintes (até completar um mês), é possível camuflar a vermelhidão com maquiagem e voltar ao trabalho. Em média, esse peeling deve ser feito a cada seis meses.

Profundos
São mais agressivos, pois as concentrações das substâncias atingem os tecidos cutâneos, requer anestesia e, em alguns casos, sedação. Precisam de 15 a 20 dias para cicatrizar. Em compensação, o estímulo de colágeno é enorme, o que favorece ainda mais rejuvenescimento. É indicado para quem deseja tratar rugas profundas, cicatrizes de acne, manchas resistentes e flacidez média.

No peeling profundo, as concentrações dos ativos são mais altas. Potentes na produção de colágeno, esses ativos favorecem o rejuvenescimento do rosto, combatendo as rugas e atenuando manchas, além de suavizar as cicatrizes de acne.

Após o tratamento, a pele fica vermelha, formam-se cascas e crostas que vão cair em até 15 dias, mas a vermelhidão pode chegar a até 30. Quanto ao sol, fica proibido se expor por pelo menos dois meses, além de ser obrigatório o uso de protetor solar com FPS alto durante esse período. Pela intensidade de seu efeito, esse peeling requer um intervalo de, no mínimo, seis a oito meses.

                    

 

Coisa de mulher (#0099)

Aprenda a limpar e conservar as roupas de couro
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  • Tanto o couro quanto os materiais sintéticos não podem ser lavados com água como os outros tecidos Tanto o couro quanto os materiais sintéticos não podem ser lavados com água como os outros tecidos
O couro é um desses materiais nobres que atendem a diversas aplicações e nunca saem de moda. A beleza e a versatilidade, entretanto, têm um preço e, assim, foram desenvolvidos produtos sintéticos com aparência e textura bem próximas às do natural, mas com um custo menor. Outra semelhança entre os dois é a necessidade de alguns cuidados de conservação e limpeza para durarem mais e não desbotarem. Veja a seguir.

Limpeza

A regra de ouro é: couro e água não combinam. Por isso, a melhor forma de limpá-lo é com um pano úmido, bem torcido, sem nenhum tipo de produto químico. Esqueça sabão neutro, detergentes ou álcool. As peças sintéticas são menos sensíveis que o couro, mas devem seguir a mesma forma de limpeza.
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Veja como montar looks originais com couro56 fotos

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ESTAMPA ANIMAL - Quando o assunto é combinar estampas de bichos com couro, o ideal é apostar em misturas de materiais. Não tenha medo do mix de cores, mas use o bom senso. Nesse caso, a camiseta de onça traz apenas detalhes de couro nas mangas e a calça, em material "fake", é colorida, porém tem um tom mais fechado, com zíperes discretos no quadril, para não aumentar a silhueta. O acessório também valoriza a pele animal, em cores menos óbvias, como rosê, nude ou vinho Leia mais Divulgação

Como guardar

Mantenha as roupas em local fresco e arejado. Elas devem ficar penduradas em cabides, com espaçamento para ventilação e protegidas por uma capa de TNT. Peças que são guardadas em gavetas também podem ser acondicionadas em sacos de TNT. Esse tipo de embalagem permite a troca de ar e evita a formação de mofo. Dê preferência aos cabides, pois eles não formam vincos.

Chuva, umidade e mofo

Ao tomar chuva ou neve, retire o excesso de umidade da peça com um tecido limpo e seco e deixe secar naturalmente, em ambiente interno e arejado, até que esteja completamente seca. Esse processo pode demorar até quatro dias. Nunca use aquecedores ou secador de cabelo. Caso apareçam manchas de mofo, o melhor a fazer é limpar com um pano levemente úmido, bem torcido, e deixar por alguns minutos sob o sol ameno. Mas antes cubra com um tecido de algodão, para evitar que perca a coloração original.

Manchas líquidas

Se algum líquido cair na roupa de couro, use primeiro um lenço de papel para absorver o excesso e depois limpe com um pano, sempre com movimentos da borda para o centro, para evitar o aumento da marca. Se a mancha resistir, umedeça levemente o pano com água, torça e esfregue o local com cuidado.

Pode passar?

Alisar o couro com ferro de passar deve ser evitado. Mas se a roupa apresentar vincos fortes por conta do tempo que ficou guardada ou dobrada, passe a peça com ferro em temperatura de 70 ºC com uma toalha por cima. Nunca coloque o ferro diretamente no couro e muito menos use a função vapor. Nunca passe as peças sintéticas. Como elas são feitas de polímeros, podem derreter mesmo com a proteção de uma toalha.

Cuidados extras

  • Não deixe o couro em contato com peças claras no guarda-roupa, pois ele pode manchar outros itens.
  • O contato direto do couro com a pele pode absorver a oleosidade e provocar manchas na peça.
  • Para prevenir rachaduras, hidrate periodicamente as peças com glicerina para calçados, à venda em lojas especializadas.
  • Evite guardar couro em embalagens plásticas: elas não permitem a troca de ar com o ambiente, propiciando a proliferação de fungos e mofo.
  • Os cabides de madeira, bem largos, são ideais para guardar jaquetas e blusas. Eles evitam deformidades nos ombros das peças.
  • Saias devem ser penduradas pelas fitas internas em cabides com gancho lateral. Cabides com presilhas marcam o cós.
  • A cada seis meses, tire as peças do armário e deixe que ventilem em local seco e sem luz por um dia.

Chame pelo nome certo

Tecnicamente, somente a pele animal deve ser chamada de couro. Segundo a legislação brasileira, os materiais sintéticos não podem receber essa terminologia. O uso do termo "couro sintético" foi proibido para evitar a confusão entre os consumidores. As lojas e confecções classificam como "material sintético" as peças que parecem couro, mas são feitas de polímeros, fibras vegetais ou tecidos resinados.
 
Já o couro ecológico ou couro vegetal tem origem animal, com a diferença que ele foi curtido em extratos vegetais, reduzindo o impacto ambiental do processo de acabamento. Esse tratamento químico, que acontece nos curtumes, é fundamental para interromper a deterioração do couro, deixando o material resistente por décadas, quando bem conservado.

Vi noticias (#342)

Quando uma doença genética deve ser investigada?

O mapeamento genético pode ser feito se qualquer pessoa de sua família apresentar uma doença hereditária

Escrito por: Ciro Martinhago    
Hoje em dia esta é a pergunta mais comum ouvida por profissionais da Genética: devo fazer um mapeamento genético? E a resposta invariavelmente começa com um "depende". Depende de sua história familiar, dos seus hábitos de vida e da sua capacidade para ouvir e lidar com resultados indesejados. 
Vou estender a resposta, ilustrando-a com quadros clínicos. Um casal já havia perdido um filho para a fibrose cística. Ambos têm a mutação genética e os 25% de chance foram fatais para o bebê, que sobreviveu apenas seis meses, depois de enfrentar seríssimos problemas de saúde. Eles só souberam que eram portadores dos genes da doença após a morte do bebê, quando se submeteram a um mapeamento genético. 
A doença é incurável e ter a mutação genética não significa ter a doença, pois ela é recessiva - não se manifesta, mas pode ser transmitida aos descendentes. Antes de engravidar novamente, o casal iniciou o processo com uma consulta de aconselhamento genético. A ideia era conceber um bebê livre da fibrose cística, um desejo absolutamente natural. A recomendação foi fazer uma FIV, fertilização in vitro, para que os embriões gerados pudessem ser mapeados geneticamente com o objetivo de detectar a alteração genética responsável pela doença. Os embriões livres da mutação foram implantados e nasceu uma linda garota, hoje com 3 anos de idade, perfeitamente saudável. 
Outro caso clínico que tem inúmeras similaridades é o de uma jovem de 28 anos que cresceu atormentada com a possibilidade de desenvolver o mesmo câncer de cólon que vitimou seu pai e dois tios. Há cerca de dois anos, ela resolveu submeter-se a um mapeamento genético e, sim, ela tem a modificação genética, herança da família, que poderá desenvolver-se no mesmo câncer que matou seu pai e tios. O resultado positivo não foi novidade para ela, mas trouxe alívio. Costumo dizer que, em se tratando de diagnóstico genético, o sim e o não tem o mesmo peso. Nesse caso, a identificação da mutação do gene vai alterar alguns hábitos de vida, pois a ela restam as medidas preventivas e o controle médico periódico. 
Estes dois casos ilustram como o mapeamento genético pode ser utilizado e por quem. Se um membro da sua família tem ou teve a doença genética, você é um sério candidato a fazer o mapeamento genético. Mesmo que tenha sido o seu avô, ou sua bisavó, ou ainda o tio-avô. Muitas vezes a doença se manifesta esporadicamente na família por meio de uma deficiência auditiva, de visão ou mesmo uma malformação de órgãos, em diferentes gerações. Nestes casos é importante fazer o mapeamento genético, seja para implementar as medidas preventivas (para que a doença permaneça em estado de latência), seja para impedir que sua prole seja afetada por aquela alteração genética. De qualquer forma, a importância da sessão de aconselhamento genético é enorme. É nessa consulta que todas as probabilidades serão avaliadas e os adequados testes serão recomendados. É onde tudo começa. 
O mapeamento genético é um poderoso meio de diagnóstico que rapidamente vem ocupando um importante espaço na medicina. A cada ano, centenas de genes associados a doenças específicas são descobertos e podem ser mapeados: do diabetes à doença de Alzheimer, passando por diversos tipos de câncer e doenças hereditárias. As modernas tecnologias de mapeamento genético conseguem detectar, com precisão muito próxima do absoluto (99,9999%) se a pessoa tem a predisposição para adquirir a doença ou se é portadora assintomática - e sem risco de desenvolver a doença -, mas com potencial de transmissão à sua descendência. Estas são indicações precisas e muito úteis do mapeamento genético, que muito em breve estará acessível a todos que dele precisarem, graças a tecnologias que permitem ler centenas de genes, identificando centenas de doenças, a custos cada vez menores. 
As estatísticas mostram que a necessidade de mapeamento genético é maior do que se imagina. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) cerca de 5% das gestações resultam no nascimento de uma criança com algum tipo de anomalia congênita, ou doença genética. Só as estatísticas da fibrose cística são suficientes para dar uma amostra do problema: 1798 registros da doença em 2010, no Brasil. 
Necessidades hereditárias à parte, a rigor, qualquer indivíduo pode solicitar um mapeamento genético. A questão é o que fazer com o resultado. Antes de tudo é preciso saber se você e a sua família querem realmente obter a informação, que pode ser um resultado positivo para determinada doença. Alguns pacientes estão definitivamente preparados para receber o "sim", e para compreender que a sua atitude em relação às medidas preventivas da doença, e consequente mudança de estilo de vida, fará a diferença entre ser feliz ou viver angustiados pelo medo. 

Vi noticias (#341)

Leandro diz que tinha sedativo usado em filho

Pai do menino Bernardo Boldrini admitiu que tinha no consultório, para uso nas endoscopias, o medicamento Midazolan, sedativo encontrado no menino
Leandro (D) também teve o habeas corpus negado pela JustiçaFacebook/Reprodução
A Band teve acesso ao depoimento que Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo Boldrini, prestou à polícia dois dias depois de ser preso. O médico admitiu que tinha no consultório para uso nas endoscopias o medicamento Midazolan, sedativo encontrado no corpo de Bernardo e que a madrasta admitiu ter usado para matar o menino. Leandro ainda afirmou aos investigadores que não percebeu a falta de nenhum remédio na sala de exames. Em outro trecho, o pai de Bernardo relata que quando estava sozinho com Graciele Ugulini, ela se referia ao menino como semente do mal.

Nesta terça-feira, o tribunal de justiça negou o pedido de habeas corpus de Leandro, solicitado pela defesa. O médico, a madrasta e uma amiga dela, Edelvânia Wirganovicz, cúmplice confessa do crime, estão presos provisoriamente por suspeita de envolvimento na morte de Bernardo Boldrini, de 11 anos, no dia 4 de abril. O corpo do garoto foi encontrado em um matagal em Frederico Westphalen, a 80 quilômetros de Três Passos, no norte gaúcho, onde o garoto morava com a família. Duas delegadas que acompanham o caso estiveram hoje em Porto Alegre para uma reunião administrativa e aproveitaram para conversar com os peritos que estão finalizando os últimos laudos. A promessa é encerrar o inquérito em uma semana.
 
 

Entenda o caso

Bernardo foi encontrado morto no último dia 14 de abril no município de Frederico Westphalen, a 80 quilômetros de Três Passos, no interior do Rio Grande do Sul. Ele estava enterrado em um matagal na área rural. Uma amiga de Graciele Ugolini, Edelvânia Wirganovicz, confessou para a polícia que ajudou a matar e enterrar o garoto junto com a madrasta de Bernardo, que teria planejado o crime. A polícia também acredita que o pai, Leandro Boldrini, esteja envolvido. Os três estão presos temporariamente. Estima-se que cerca de 80% do inquérito policial já foi concluído.

No dia 19 de Abril, a Justiça retirou dos pais a guarda da meia-irmã de Bernardo. A menina está sob os cuidados de uma tia, irmã de Graciele.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Coisa de mulher (#0098)

Aprenda quatro receitas para fazer do banho um ritual terapêutico
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Marina Oliveira e Rita Trevisan
Do UOL, em São Paulo
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    Um simples banho pode ajudar a recarregar as energias ou induzir ao sono Um simples banho pode ajudar a recarregar as energias ou induzir ao sono
Tomar banho é um hábito de higiene e, muitas vezes, uma atividade que fazemos sem pensar, no piloto automático. Porém, se planejado e preparado com cuidado, o banho pode ganhar status de ritual e provocar efeitos terapêuticos, ajudando a relaxar, a repor as forças depois de um dia difícil e até a purificar a pele.
Mas para colher os benefícios, é preciso criar um ambiente propício. "A luz precisa ser suave, para induzir ao desligamento. Pode-se aproveitar apenas a luz do sol que entra pela janela, ou, então, utilizar velas em volta da banheira ou do box", diz a perfumista Renata Ashcar, autora do livro "Banho - Histórias e Rituais" (Editora Grifo).
Em tempos de racionamento de água, é importante que os poucos minutos que serão dedicados ao banho sejam exclusivos, ou seja, que não ocorram interrupções ou distrações nesse meio tempo. Assim, telefones celulares e tablets devem ser desligados. Ao entrar no banheiro, também é importante separar tudo o que vai precisar, como toalhas, roupão de banho e roupas limpas.
A temperatura da água vai depender do propósito do banho. "Alternar o jato quente no chuveiro, por cerca de três minutos, com uma ducha fria de apenas alguns segundos, melhora a circulação, tonifica a pele e energiza", diz Renata. Já banhos mornos, entre 33ºC e 36ºC, têm efeito calmante e são recomendados a quem sofre de insônia e ansiedade.
A seguir, você confere quatro receitas de banhos sugeridas por Renata Ashcar e pela terapeuta holística Ozélia Carvalho,gerente do Spa do Costão do Santinho, em Florianópolis.

Banho relaxante
Ingredientes½ xícara (chá) de flores de lavanda ou 6 gotas de óleo essencial de lavanda
4 xícaras de água fervida
Como fazer na banheiraFerva a água, tire do fogo e coloque as flores ou o óleo essencial de lavanda; deixe descansar por 20 minutos. Encha a banheira e despeje a infusão na água. Relaxe no banho por 30 minutos.
Como fazer no chuveiroFerva a água, tire do fogo e coloque as flores ou o óleo essencial de lavanda; deixe descansar por 20 minutos. Após tomar o banho normal, despeje a infusão pelo corpo.
BenefíciosA lavanda tem propriedades sedativas e seu banho calmante é perfeito para reduzir o estresse no final do dia. O perfume sutil da lavanda também ajuda a induzir ao sono.

Banho para purificar a pele

Ingredientes
1 xícara (chá) de sal de Epsom (também conhecido como sal amargo)

Como fazer na banheiraEncha a banheira com água morna e despeje o sal. Relaxe por cerca de 30 minutos. Não use sabonete antes da imersão.
Como fazer no chuveiroColoque um pouco do sal de Epsom numa bucha vegetal e esfregue delicadamente pelo corpo. Depois, é só enxaguar.
BenefíciosO sal de Epsom é um composto mineral de magnésio com sulfato que ajuda a desintoxicar a pele e também a relaxar os músculos.

Banho energizante

Ingredientes
2 colheres (sopa) de óleo vegetal da sua preferência
½ xícara (chá) de folhas frescas de manjericão
8 gotas de óleo essencial de manjerona
½ xícara (chá) de folhas frescas de alecrim
½ xícara (chá) de folhas frescas de sálvia
4 xícaras de água fervente (só para o preparo em banheira)
Como fazer na banheira
Misture o óleo essencial de manjerona com o óleo vegetal. Pique delicadamente as ervas para liberar seus aromas, adicione-as à água fervente e deixe descansar por 20 minutos. Encha a banheira, misture a infusão e o óleo à água e relaxe por 30 minutos.
Como fazer no chuveiroPique delicadamente as ervas para liberar os aromas e misture-as com o óleo essencial de manjerona e o óleo vegetal. Acomode esses ingredientes sobre um tecido fino, como tule ou voal, e amarre no bocal do chuveiro com uma fita ou usando um elástico, formando uma trouxinha e deixando um espaço para a água cair. Selecione a temperatura morna e fique sob a ducha por alguns minutos.
BenefíciosNesta infusão de ervas, as propriedades estimulantes do manjericão, do alecrim e da sálvia também ajudam a aliviar músculos doloridos. O aroma ativo da manjerona acalma a mente.
Banho para descarregar as energias
Ingredientes1 xícara (chá) de sal fino do Himalaia
8 gotas do óleo essencial de sua preferência (só para o preparo em chuveiro)
Como fazer na banheiraEncha a banheira com água morna e despeje o sal. Relaxe na imersão por cerca de 30 minutos.
Como fazer no chuveiroAplique as gotas de óleo essencial sobre o sal, uma a uma, até formar uma mistura cremosa. Em seguida, coloque a mistura em uma esponja e esfregue delicadamente pelo corpo. Depois, é só enxaguar.
BenefíciosO sal é muito utilizado pelos terapeutas holísticos e ajuda a neutralizar energias negativas.